Genebra acolhe desde esta terça-feira a cúpula “AI for Good”, ou “Inteligência Artificial para o Bem”, organizada pela União Internacional de Telecomunicações, UIT, e outras agências das Nações Unidas na Suíça.
Falando aos representantes de todo o mundo, a secretária-geral da UIT, Doreen Bogdan-Martin, disse que a atual geração é mais do que a geração da IA, mas “a geração determinada a moldá-la para o bem.”
Tecnologia em evolução
A chefe da agência ressaltou que é preciso continuar a enfrentar este momento, independentemente da velocidade com que a tecnologia evolui, insistindo em colocar a IA a serviço de todas as pessoas e do planeta.
Bogdan-Martin anunciou o lançamento do Desafios de Jovens Robótica para o Bem para a Segurança Alimentar. A meta é garantir um evento de robótica em parceria com a FAO. Pelo menos 50 países foram confirmados para multiplicar iniciativas de jovens inovadores em transformar sistemas alimentares.
Já o diretor-geral da FAO ressaltou que é hora de ultrapassar as limitações da conectividade e de promover a capacidade de participação de jovens nas revoluções digitais e de inteligência artificial.
Qu Dongyu disse haver mais de 2,6 bilhões de pessoas ainda carecendo de acesso à internet. Somente 26% de residentes em países de baixa renda podem usá-la. O chefe da FAO lembrou que somente um quinto de habitantes da África Subsaariana tem banda larga.
Sistemas de inteligência artificial
A OIT realça que a ascensão dos sistemas de inteligência artificial como “IA agêntica” como modelos de IA poderosos e de baixo custo está tornando a inteligência artificial mais barata, mais amplamente disponível e potencialmente mais eficiente. Os ganhos são em termos de energia, mas também podem trazer dificuldades em regular. onu news




