Irã não confirma alegada morte do líder supremo do país. O principal assessor de Ali Khamenei promete vingança numa publicação na rede social X.
“Faremos com que os criminosos sionistas e os americanos sem vergonha se arrependam das suas ações”, escreveu Ali Larijani.
O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, corrobora a versão de altos funcionários israelitas e afirma que o líder supremo do Irão, Ali Khamenei, a quem chamou “umas das pessoas mais maléficas na História”, está morto, após os ataques conjuntos das forças norte-americanas e israelitas.
“Isto não é apenas justiça para o povo do Irão, mas para todos os grandes americanos”, escreveu Trump numa publicação na Truth Social, rede social de que é proprietário, considerando que se trata da “maior oportunidade para o povo iraniano recuperar o seu país”.
O líder da Casa Branca acrescentou que os “bombardeamentos pesados e precisos” ao Irão continuarão “ao longo da semana ou pelo tempo que for necessário” para que haja paz no Médio Oriente e no resto do mundo.
No entanto, as agências de notícias semioficiais iranianas Tasnim e Mehr indicam que Khamenei está “firme e determinado no comando das operações no terreno”.
No discurso desta noite, o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, apontou “sinais crescentes” de que o líder supremo Ali Khamenei está “morto”, uma informação entretanto já avançada pela imprensa israelita. Segundo o The Times of Israel, foi mesmo mostrada a Netanyahu uma imagem do corpo de Khamenei, recuperado pelas autoridades iranianas no complexo onde vivia, em Teerão, atacado na manhã deste sábado.
Os ataques de Israel e EUA ao Irão terão já fizeram pelo menos 200 mortos e 747 feridos, de acordo com o Crescente Vermelho. Entre as vítimas mortais estão, segundo as agências noticiosas, altas figuras do regime iraniano como o ministro da Defesa e o comandante da Guarda Revolucionária.
Um míssil que caiu numa escola no sul do Irão terá matado mais de 90 pessoas. A imprensa israelita dá conta de um morto em resultado de ferimentos sofridos no ataque iraniano a Telavive, havendo ainda registo de uma outra morte em Abu Dhabi, provocada pelos destroços de um míssil lançado pela República Islâmica.
Num dos mais recentes desenvolvimentos, o Irão ordenou o fecho à navegação do estreito de Ormuz, rota fulcral para o comércio mundial de petróleo.
O Conselho de Segurança das Nações Unidas reúne-se de emergência na noite deste sábado.
Donald Trump confirmou que os EUA iniciaram “operações de combate importantes” ao Irão, com o objetivo de “defender o povo norte-americano” e fazer com que o regime dos aiatolas, que qualifica como “maior patrocinador internacional do terrorismo”, “nunca tenha uma arma nuclear”. Trump acusa a República Islâmica de matar “milhares dos seus próprios cidadãos”, fazendo alusão à recente repressão das manifestações no país.
Donald Trump disse que esta é uma “operação maciça” que “está a acontecer neste preciso momento” e prometeu “arrasar a indústria iraniana de mísseis” no anúncio televisivo feito este sábado de manhã, transmitido também na rede social fundada pelo próprio presidente dos EUA, Truth Social:
A confirmação dos ataques norte-americanos surge minutos depois da notícia de que Israel tinha lançado ataques contra a capital do Irão, Teerão, e outras cidades, segundo confirmou o ministro israelita da Defesa Israel Katz. O ataque foi efetuado “para eliminar ameaças”, segundo Katz. Foram vistas e ouvidas várias explosões na capital iraniana e outras grandes cidades.
Segundo os meios de comunicação social iranianos, foi vista uma nuvem de fumo no centro da cidade e ouvidas três explosões no centro de Teerão. Há também notícia de longas filas nas bombas de gasolina de Teerão, com os habitantes a tentar deixar a cidade.
O ataque ocorre no momento em que os Estados Unidos montaram uma vasta frota de caças e navios de guerra na região para tentar pressionar o Irão a chegar a um acordo sobre o seu programa nuclear. Esta frota pode agora ser alvo de retaliação por parte das forças iranianas. euronews



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