OFATOMARINGA.COM
No Result
View All Result
  • Home
  • WEBTV
  • MARINGÁ
  • GERAL
  • PARANÁ
  • NACIONAL
  • INTERNACIONAL
  • POLÍTICA
  • ESPORTES
  • CULTURA
  • ARTIGOS
  • OFATO.DOC
  • Home
  • WEBTV
  • MARINGÁ
  • GERAL
  • PARANÁ
  • NACIONAL
  • INTERNACIONAL
  • POLÍTICA
  • ESPORTES
  • CULTURA
  • ARTIGOS
  • OFATO.DOC
No Result
View All Result
OFATOMARINGA.COM
No Result
View All Result

Home INTERNACIONAL

Alta produção de açúcar no Brasil favorece queda global de preços de alimentos

Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura revela leve queda dos preços globais em setembro; colheitas robustas de açúcar no Brasil, Índia e Tailândia, bem como previsões de alta produção de cereais contribuem com tendência.

Por O Fato Redação
03/10/2025
em INTERNACIONAL
foto: Unsplash/Daniel Kraus

foto: Unsplash/Daniel Kraus

O preço de referência para as principais commodities alimentares mundiais teve leve queda em setembro, puxada por uma redução nos índices de preços de açúcar e laticínios, de acordo com novo relatório divulgado pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura, FAO, nesta sexta-feira.

O Índice de Preços de Alimentos da agência, que rastreia as variações mensais de um conjunto de produtos alimentares, teve uma média de 128,8 pontos em setembro, em comparação com 129,7 em agosto.

Alta produção e concorrência mais acirrada
O preço do açúcar recuou 4,1%, atingindo seu menor nível desde março de 2021. A queda foi impulsionada pela produção acima do esperado no Brasil e pelas perspectivas favoráveis ​​de colheita na Índia e na Tailândia, após as abundantes chuvas de monções e o aumento do plantio.

Os laticínios baixaram 2,6% de preço. As cotações mundiais da manteiga caíram 7%, refletindo, em parte, a demanda decrescente por sorvete no Hemisfério Norte e as maiores perspectivas de produção na Oceania.

Já a redução nas cotações do leite em pó ocorreu principalmente devido à demanda mais fraca dos principais importadores e à concorrência mais acirrada nas exportações. Os preços do queijo caíram apenas marginalmente.

Colheitas abundantes de cereais
Internacionalmente, o valor pago pelo trigo diminuiu, pelo terceiro mês consecutivo, em meio à demanda internacional moderada e à confirmação de grandes colheitas nos principais países produtores.

Também foi observada queda no valor do milho, em meio a previsões de suprimentos abundantes em países exportadores, como Brasil e Estados Unidos. A suspensão temporária de impostos de exportação de grãos na Argentina ajudou com a redução. E o arroz ficou 0,5% mais barato em setembro.

O óleo vegetal caiu 0,7% em setembro, com as cotações mais baixas do óleo de palma e de soja refletindo, em parte, os estoques robustos na Malásia e Argentina, respectivamente. Isso compensou aumentos nos preços do óleo de girassol e de colza.

Carne bovina atinge alta histórica
Por outro lado, a carne chegou ao consumidor com aumento de 0,7% em relação ao nível de agosto e atingiu um novo recorde, 6,6% acima do ano anterior. O acréscimo refletiu os maiores preços mundiais da carne bovina e ovina. As cotações da carne suína e de aves permaneceram amplamente estáveis.

Os preços da carne bovina atingiram uma alta histórica, apoiados pela forte demanda nos Estados Unidos, onde o fornecimento doméstico limitado e o diferencial de preços favorável continuaram a incentivar as importações.

A carne bovina brasileira também ficou mais cara, devido à forte demanda global, que compensou o acesso reduzido ao mercado dos Estados Unidos após a imposição de tarifas mais altas para produtos brasileiros.

Maior crescimento anual da produção de cerais desde 2013
A FAO também divulgou previsões atualizadas para a produção global de cereais em 2025, agora fixada em 2.971 milhões de toneladas. Isso representa um aumento de 3,8% em relação ao ano passado e marca o maior crescimento anual desde 2013.

Aumentos notáveis ​​são esperados para o trigo na Austrália, o milho nos Estados Unidos e o arroz na Índia.

A utilização total mundial de cereais em 2025/2026 agora está prevista para aumentar para 2.930 milhões de toneladas, com suprimentos abundantes disponíveis para consumo humano e ração animal. ONU/NEWS

Tags: açucarexportaçãopreçoproduçãoredução alimentos
CompartilharTweetEnviar

Notícias Relacionadas

foto: euro news
GERAL

Cientistas ganham Nobel da Química 2026 por trabalho que pode mudar a produção de medicamentos

Por O Fato Redação
07/10/2026

Henri B. Kagan e Kenso Soai foram distinguidos com o Prêmio Nobel da Química pela investigação sobre imagens em espelho...

Read moreDetails

Pesquisa do Procon Maringá aponta variação de até 21,35% nos preços dos combustíveis

Em Madrid, Woody Allen apresenta filme financiado dinheiro público

Paraná tem o segundo maior valor da produção pecuária do país e lidera galináceos, tilápia e bicho-da-seda

União Europeia sinaliza retomada de compras de frango e mel do Brasil

Combustíveis terão novos preços médios a partir de outubro

Principal fórum internacional sobre arquivos de televisão será realizado em outubro

Paraná é o segundo maior produtor florestal do país e lidera a produção de madeira em tora, lenha e erva-mate

Suspensão da importação de carne brasileira entra em vigor na UE

Outras notícias
Créditos: Arte: Mylena Oliveira

Assembleia Legislativa amplia debate sobre saúde e direitos das mulheres no climatério

Foto: Phelippe Fernandez

Educação do Paraná recebe prêmio do Google

POMODORO COMUNICAÇÃO SOCIAL – LEONEL GROUP LTDA
Portal de Notícias e Web tv O FATO MARINGÁ
CNPJ 27.518.807/0001-77
Avenida Carlos Gomes, 146 – Sobreloja – Zona 5
CEP – 87.015-200 – Maringá – Paraná
Telefone (44) 9 9713 0030

Redação:

Editor Chefe: José Carlos Leonel – MTBE 0011979/PR
Ligiane Ciola: Jornalista Responsável – MTBE – 30014

No Result
View All Result
  • WEBTV
  • MARINGÁ
  • GERAL
  • PARANÁ
  • NACIONAL
  • INTERNACIONAL
  • POLÍTICA
  • ESPORTES
  • CULTURA
  • ARTIGOS
  • OFATO.DOC