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Crianças no Brasil ameaçadas com déficits em saúde, educação e mercado laboral

Quase metade da renda futura dos menores brasileiros está em risco; situação limita o potencial do capital humano; Banco Mundial alerta para necessidade de políticas integradas em domicílios, bairros e locais de trabalho.

Por O Fato Redação
18/02/2026
em NACIONAL
FOTO: ONU NEWS

FOTO: ONU NEWS

Déficits globais nas áreas de saúde, educação e mercado de trabalho  geram uma perda média de 51% da renda futura dos países de baixo e médio rendimento. Dados de um novo relatório do

Banco Mundial revelam a perda de 40% no Brasil.

O estudo “Construindo o Capital Humano Onde Importa: Domicílios, Bairros e Emprego”, aponta que na maioria dos países houve quedas na nutrição, aprendizagem ou no avanço de habilidades da força de trabalho entre 2010 e 2025.

Índice de Capital Humano
Em conjunto com o relatório, foi lançado o Índice de Capital Humano Plus, HCI+, que mede o capital humano médio que uma criança nascida atualmente espera acumular ao longo da vida, considerando os riscos à saúde, educação e emprego.

No Brasil, o HCI+ de 2025 é de 203 pontos, ligeiramente acima da média da América Latina e Caribe, 194. O principal gargalo está na educação, com 115 pontos de um total de 188. O desempenho no trabalho é de 44 pontos em 87 e, em saúde, de 44 em 50 pontos possíveis.

A desigualdade de gênero é significativa, visto que os homens registam uma expectativa de 210 pontos, contra 196 das mulheres. O total representa uma diferença de 14% ao longo da vida.

De forma geral, o índice indica que o Brasil não consegue converter plenamente o seu potencial em capital humano.

Capital humano no Brasil
As crianças brasileiras perdem cerca de 40% dos seus ganhos futuros quando comparadas ao que o país poderia alcançar com condições semelhantes às de economias de renda equivalente com melhor desempenho.

No Brasil, a acumulação de capital humano depende não só dos recursos dos domicílios, mas também da qualidade dos cuidados oferecidos às crianças.

Indicadores como nutrição, vocabulário e proficiência em matemática são fortemente influenciados pela educação dos pais, mostrando que aumentos de renda precisam de ser acompanhados de políticas que reforcem esses cuidados.

O território onde a criança cresce também é determinante. Mesmo entre famílias com renda semelhante, aquelas que vivem em bairros mais favorecidos têm melhores resultados, 25% mais probabilidade de conseguir emprego formal e ganham o dobro na vida adulta.

Recomendações do relatório
Em contraste, a exposição à poluição, à criminalidade e a infraestruturas precárias compromete a saúde, a aprendizagem e o acesso ao mercado de trabalho.

Após duas décadas de experiência, trabalhadores brasileiros concentram pouco mais de metade do capital humano observado nos Estados Unidos. O crescimento de competências e salários é maior no emprego formal, sobretudo em empresas maiores, que oferecem mais oportunidades de aprendizagem.

O relatório recomenda programas de desenvolvimento infantil e educação pré-escolar que fortaleçam a aprendizagem e o cuidado das crianças, além de políticas públicas focadas em bairros desprivilegiados, com uma atenção integrada à nutrição, aprendizagem e ao desenvolvimento de habilidades nos locais de trabalho.

Também são sugeridas reformas no mercado de trabalho, de forma a ampliar oportunidades de aprendizagem prática e acesso a creches.

Outras melhorias incluem a promoção de políticas que apoiam domicílios, bairros e trabalho de forma integrada, complementadas por uma agenda robusta de monitorização de políticas públicas. ONU NEWS

Tags: capital humanocriançasdeficitdesigualdadediagnósticoexames laboratorialgênerohomensmédicosonusaúdesegurança alimentar
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