OFATOMARINGA.COM
No Result
View All Result
  • Home
  • WEBTV
  • MARINGÁ
  • GERAL
  • PARANÁ
  • NACIONAL
  • INTERNACIONAL
  • POLÍTICA
  • ESPORTES
  • CULTURA
  • ARTIGOS
  • OFATO.DOC
  • Home
  • WEBTV
  • MARINGÁ
  • GERAL
  • PARANÁ
  • NACIONAL
  • INTERNACIONAL
  • POLÍTICA
  • ESPORTES
  • CULTURA
  • ARTIGOS
  • OFATO.DOC
No Result
View All Result
OFATOMARINGA.COM
No Result
View All Result

Home NACIONAL

Eólicas provocam surdez, medo e depressão

Especialistas defendem discussão ampla com habitantes das áreas

Por O Fato Redação
08/04/2023
em NACIONAL
FOTO: Fabiola Sinimbu/Agência Brasil

FOTO: Fabiola Sinimbu/Agência Brasil

Os moradores de comunidades residentes no interior de parques eólicos, que convivem dia e noite com as torres que geram energia a partir vento, reclamam das dificuldades causadas pela poluição sonora provocada pela movimentação de seus geradores. A descrição é a de uma turbina de avião que nunca desliga.

Os impactos são muitos. Além do barulho, as torres afetam também o meio ambiente, alteram a vegetação, destroem a flora e provocam a morte de animais. Na saúde humana, provocam um zumbido no ouvido, a depressão e o medo.

E todos esses transtornos estão acontecendo onde Roselma de Oliveira mora, em Caetés, em Pernambuco. Uma das torres fica a apenas 160 metros da casa onde mora com a família.

“Problemas de alergia, problemas de audição, perdem a audição.

E um dos piores, que eu acho que tem, é a depressão, a ansiedade.

Crianças de 8 anos, 9, 5 e 6 anos, para dormirem, têm que ser à

base de medicamentos, e a gente não dorme, a gente cochila e

acorda com aquele barulho terrível”, relatou Roselma.

Aliar a geração de energia com preservação ambiental e proteção social é o desafio. Ainda mais quando os dados mostram que, no Brasil, 44% da energia usada é renovável, seja hidrelétrica, solar ou eólica. Isso é mais do que quatro vezes o que usam os países ricos, que dependem, basicamente, de combustível fóssil.

Para Nevinha Valentim, do Fórum Mudanças Climáticas e Justiça Socioambiental do Rio Grande do Norte, a chegada desses empreendimentos causa, de início, grande devastação ambiental. “Quando chega em larga escala, devastando dunas, manguezais. Quando tem um modo de agricultura de produção familiar, então isso é uma coisa devastadora”, alerta.

O assunto foi tema de discussão em Brasília esta semana. Um grupo de afetados pelos aerogeradores esteve em reuniões com o governo federal. Apesar de reconhecer a importância desse tipo de matriz energética, eles querem fazer parte da discussão. O professor da Universidade Federal da Paraíba Iure Paiva resume o que seria o ideal.

“Esse diálogo. Essa abertura de possibilidade, de a gente fazer com que essas vozes sejam ouvidas, tenham uma repercussão, esse é um primeiro passo. O segundo, é a gente ter a ação do poder público na fiscalização e, em terceiro lugar, a gente adote um modelo de desenvolvimento, de segurança energética, que seja centrado nas pessoas e não apenas na atividade econômica”, defende Paiva.

O grupo que esteve em Brasília participando dessas reuniões apresentou para o governo um panorama do cenário atual. Uma possibilidade é a instalação das chamadas eólicas offshore, de construção das torres de energia em alto-mar. Em março, a Petrobras assinou uma carta de intenções para analisar a viabilidade técnica de instalação das eólicas offshores em seis estados.

Mais de 750 parques eólicos estão em operação no país, com mais de 10 mil torres geradoras. De acordo com o Global Wind Energy Council (GWEC), o Brasil ocupa a sétima posição no ranking mundial de geração eólica. Agência Brasil

 

Tags: energiaEnergia Eólicameio ambienteParque EólicoVento
CompartilharTweetEnviar

Notícias Relacionadas

FOTO: Guilherme Lima/ASC COPEL
PARANÁ

Campo Mourão recebe R$ 90 milhões em investimentos para fortalecer o sistema elétrico

Por O Fato Redação
09/10/2026

Representantes da Copel cumpriram, nesta terça-feira (6), uma agenda de relacionamento institucional em Campo Mourão para apresentar investimentos em andamento...

Read moreDetails

No Paraná 202 unidades estão sem energia

Copel substitui 2 mil postes quebrados, seis torres de alta tensão e 113 km de redes no pior setembro climático das últimas décadas

Equipes da Copel permanecem nas ruas para reconstruir rede elétrica danificada pelos temporais no Paraná

Copel informa: No Paraná 106 mil unidades estão sem energia

Copel e Prefeitura de Apucarana reforçam trabalho integrado para religação de clientes após temporal

Na Copel Presidente do TRE conhece plano de fornecimento de energia nas eleições

Ameaça de super El Niño leva ONU a adotar nova estratégia para salvar milhões

Em cinco meses de operação, Copel Agro fortalece primeiro atendimento com reforço de equipes próprias

Outras notícias
Agência do Trabalhador oferece 651 vagas de emprego

Tem 463 vagas de emprego na Agência do Trabalhador de Maringá

Picasso morreu no dia 8 de abril de 1973

Os 50 anos da morte de Picasso em exposição na ótica de Paul Smith

POMODORO COMUNICAÇÃO SOCIAL – LEONEL GROUP LTDA
Portal de Notícias e Web tv O FATO MARINGÁ
CNPJ 27.518.807/0001-77
Avenida Carlos Gomes, 146 – Sobreloja – Zona 5
CEP – 87.015-200 – Maringá – Paraná
Telefone (44) 9 9713 0030

Redação:

Editor Chefe: José Carlos Leonel – MTBE 0011979/PR
Ligiane Ciola: Jornalista Responsável – MTBE – 30014

No Result
View All Result
  • WEBTV
  • MARINGÁ
  • GERAL
  • PARANÁ
  • NACIONAL
  • INTERNACIONAL
  • POLÍTICA
  • ESPORTES
  • CULTURA
  • ARTIGOS
  • OFATO.DOC