A União Europeia está investindo 115 milhões de euros, através do AGILE, em IA, drones, robótica, computação quântica e cibersegurança. A ciência produzida na Europa é de nível mundial. O problema está na aplicação: a Europa não consegue transformar rapidamente os seus avanços em capacidade militar.
Esta é a conclusão direta de uma nova investigação da BCG com o general Lavigne, antigo comandante supremo aliado para a Transformação da NATO. O debate já não é sobre inovação, é sobre aplicação.
“Os europeus têm de longe a produção científica e a investigação fundamental mais avançadas, mas os EUA, nas mesmas tecnologias, estão muito mais avançados em patentes e, obviamente, também na aplicação”, afirma Nikolaus Lang, senior partner da Boston Consulting Group e líder global do BCG Institute. “A Europa vive de explorar ideias, os EUA de as aproveitar.”
O paradoxo da investigação
Em todas as frentes, tecnologia militar, IA, computação quântica, drones e telecomunicações, os cientistas europeus produzem a investigação fundamental mais avançada do mundo. Em teoria, isso deveria ser uma vantagem estratégica. Na prática, está a ser desperdiçada.
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