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EUROPA: Roma escalda num dos meses de julho mais quentes de sempre

Por O Fato Redação
17/08/2021
em INTERNACIONAL
EUROPA: Roma escalda num dos meses de julho mais quentes de sempre

A Europa teve o segundo mês de julho mais quente de que há registro, com temperaturas 1,4°C mais altas do que a média entre 1991 e 2020. Apenas julho de 2010 foi mais quente do que este. A nível mundial, foi o terceiro mês de julho mais quente de sempre.

Mas, analisando as ocorrências em toda a Europa, são visíveis as diferenças de temperatura no continente, com fortes ondas de calor (a vermelho), do Báltico ao Mediterrâneo oriental, em que as temperaturas chegaram aos 42°C.

A Lituânia teve a onda de calor mais longa de sempre do país. E a Irlanda do Norte bateu o recorde nacional de temperaturas, ao ultrapassar várias vezes os 31°C.

Já entre Portugal e a Alemanha e partes do noroeste da Rússia (a azul), ninguém fez ideia do que foram estas ondas de calor, tendo em conta que esteve mais frio do que a média.

Foi registada também mais umidade do que a média em grande parte do território europeu.

Partes da Bélgica, da Alemanha, dos Países Baixos e do Luxemburgo foram alvo de inundações devastadoras.

Mas mais uma vez o cenário não foi todo igual no continente, a nível das anomalias de precipitação, com o Leste, mas também Espanha e Portugal mais secos, em média, que o habitual.

Com as alterações climáticas, temperaturas perigosamente elevadas estão a atingir as cidades europeias com mais frequência do que nunca. Em Roma, as autoridades sanitárias locais estão a desenvolver sistemas de alerta para proteger a população mais vulnerável.

Roma escaldante

Na capital italiana, os termómetros diariamente acima dos 30°C levaram a um aumento do nível de alerta.

A onda de calor está  dificultarndo o dia-a-dia dos habitantes locais que, tal como Laura Grossi, preferem ficar em casa.

“Já não é habitável”. Não é como antes, quando podíamos sair no verão e dar um agradável passeio à tarde, fazer algumas compras. Agora, é impossível”, afirma.

Para Mario Cifariello, outro residente na cidade, o calor, “sobretudo à noite“, é especialmente problemático para a sua saúde, afetada por problemas de tensão alta, fadiga e o facto de ser fumador.

De forma a proteger os mais vulneráveis, as autoridades de saúde locais adaptaram um sistema de telemedicina para os pacientes com covid e estão agora a usá-lo para prevenir doenças relacionadas com o calor.

Através de telefonemas, ou de uma aplicação móvel, os idosos que vivem sozinhos são regularmente contactados e aconselhados sobre ondas de calor, desde a adaptação da medicação ao simples consumo de água, tendo em conta “o risco de desidratação, que desbloqueia uma cadeia de acontecimentos”, assegura a gestora do projeto, Donatella Biliotti.

O acompanhamento dos mais velhos é essencial. Para os profissionais de saúde, “a solidão é considerada o elemento de risco número um para as pessoas idosas”.

Hoje, no entanto, o conceito de vulnerabilidade às agressões climáticas é mais abrangente. O trabalho da autoridade sanitária de Lazio, conta a epidemiologista e chefe da equipe, Fransca de’Donato, engloba também demografias e condições tão diversas como doentes crónicos, grávidas, crianças, ou mesmo trabalhadores ao ar livre.

 

O chamado “efeito de ilha urbana de calor” tem demonstrado aumentar as temperaturas no centro da cidade para níveis potencialmente nocivos.

O investigador Andrea Cecilia está a trabalhando num novo sistema de alerta sanitário para o fenómeno, pois, conforme explica, “em média, a ilha urbana de calor em Roma, durante a noite, atinge uma intensidade de 3,4°C, o que significa que no centro da cidade, em média, a noite é 3,4 graus mais quente do que no campo. Mas também observámos picos de 6,2°C, pelo que tem havido noites muito quentes na cidade”.

Em toda a Europa, os governos estão agora a levar mais a sério os riscos de saúde relacionados com o calor, construindo sistemas de alerta com base em dados climáticos e meteorológicos.

Não há soluções simples, uma vez que os alertas de ondas de calor podem ter de ser adaptados às populações locais.

Isto acontece, porque, como defende Francesca de’Donato, “não há uma definição universal de uma onda de calor. Não existe um nível universal de temperatura de risco para toda a Europa ou para o mundo inteiro. Em Roma, 32 graus é uma temperatura normal no verão. Mas para o Reino Unido, ou para a Finlândia, já é muito, muito quente. As condições têm de ser adaptadas e os sistemas de alerta têm de ser específicos da cidade para que possamos detetar o risco”. EURONEWS

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