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Home PARANÁ

Feminicídios caem 20% no Paraná em 2025, aponta Sistema Nacional de Segurança Pública

Foram 87 casos no ano passado, contra 109 em 2024. O Paraná registrou taxa de 0,73/100 mil habitantes em 2025, uma das menores do Brasil ao lado de São Paulo, Amazonas, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Ceará e Rio Grande do Norte.

Por O Fato Redação
21/01/2026
em PARANÁ
O 12º Batalhão da Polícia Militar do Paraná decidiu manter o efetivo que atende a área central de Curitiba exclusivamente feminino, nesta sexta-feira, 8 de Março. O policiamento de radiopatrulha é feito por mulheres. A iniciativa busca valorizá-las. Todas as policiais da unidade, tanto do serviço operacional quando do administrativo se reuniram as 6 horas no batalhão e, desde então, estão nas ruas do centro da capital atendendo ocorrências. Curitiba, 08/03/2019 - Foto: Soldado Priscila Carvalho

O 12º Batalhão da Polícia Militar do Paraná decidiu manter o efetivo que atende a área central de Curitiba exclusivamente feminino, nesta sexta-feira, 8 de Março. O policiamento de radiopatrulha é feito por mulheres. A iniciativa busca valorizá-las. Todas as policiais da unidade, tanto do serviço operacional quando do administrativo se reuniram as 6 horas no batalhão e, desde então, estão nas ruas do centro da capital atendendo ocorrências. Curitiba, 08/03/2019 - Foto: Soldado Priscila Carvalho

O número de feminicídios caiu 20,2% no Paraná em 2025, de acordo com o relatório do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp), atualizado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública nesta quarta-feira (21). Foram 87 casos no ano passado, contra 109 em 2024. O Paraná registrou taxa de 0,73/100 mil habitantes em 2025, uma das menores do Brasil ao lado de São Paulo, Amazonas, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Ceará e Rio Grande do Norte.

Esse é um dos indicadores que ajudaram na queda de 24% de mortes violentas no Paraná ano passado. O Estado teve o segundo melhor resultado do Brasil nesse indicador, ao lado de Rio Grande do Sul e atrás apenas do Mato Grosso do Sul (-28%). Foram 1.343 casos em 2025, contra 1.770 em 2024. Com isso, o Estado também chegou na menor taxa de mortes violentas da história por 100 mil habitantes, com apenas 11,29/100 mil.

Alguns dos motivos passam pela expansão do programa Mulher Segura, que reforça a presença do Estado nas comunidades e o compromisso com a proteção das mulheres. Ele atua por meio de conscientização, proteção e mitigação de riscos por meio de palestras e visitas de patrulhas policiais às mulheres nas comunidades. A Patrulha Maria da Penha, da PMPR, é a responsável pelas visitas às comunidades para o contato direto com as mulheres.

O Governo do Paraná também já disponibilizou para a Justiça Estadual um projeto pioneiro de Monitoração Eletrônica Simultânea (MES) para evitar novos casos. Por meio do monitoramento em tempo real da localização da vítima e de seu agressor, as forças de segurança realizam as ações necessárias para preservar a vida da mulher e a prisão do autor da violência em caso de descumprimento da medida protetiva.

O novo sistema é capaz de monitorar simultaneamente e em tempo real a mulher que está com medida protetiva de urgência expedida pelo Poder Judiciário e o respectivo agressor. Entre os recursos do programa está a emissão de alertas rápidos para facilitar eventuais intervenções das forças de segurança, quando necessárias, aumentando a segurança das mulheres que convivem com essa situação.

A Secretaria Estadual da Segurança Pública (Sesp) também está desenvolvendo uma ferramenta tecnológica inédita no País para mapear as probabilidades de mulheres que já foram vítimas de violência doméstica voltarem a serem agredidas. O Algoritmo de Revitimização de Violência Doméstica, um levantamento de inteligência artificial que cruza dados de Boletins de Ocorrência Unificados de 2010 a 2023, subsidiará no futuro ações preventivas mais efetivas das polícias paranaenses para evitar novas agressões e salvar vidas.

Serão analisados mais de 15 milhões de informações em boletins de ocorrências e no Formulário Nacional de Avaliação de Risco (Fonar), do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), para chegar ao resultado que será apresentado em um dashboard com o mapeamento de fatores que apontam maiores probabilidades de novas agressões a mulheres.

O Estado ainda tem diversas frentes no combate à violência contra a mulher. A Secretaria da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa (Semipi) atua tanto no enfrentamento à violência contra a mulher por meio de ações de prevenção, articulação institucional, quanto no acolhimento às vítimas, em parceria com municípios e órgãos da rede de proteção.

Na prevenção, a Semipi desenvolve campanhas, ações educativas e apoio ao planejamento municipal de políticas públicas, incentivando a atuação integrada dos serviços locais. A secretaria também atua na promoção do Selo ABNT Práticas Antiviolência contra as Mulheres, iniciativa voltada a orientar organizações públicas e privadas na adoção de protocolos de prevenção, acolhimento e encaminhamento de situações de violência no ambiente institucional e de trabalho.

No acolhimento, a Semipi coordena o Programa Recomeço, que reúne o Auxílio Social da Mulher Paranaense, as Casas de Acolhimento Regionalizado e ações de apoio à autonomia econômica, por meio da Casa da Mulher Paranaense e do incentivo à empregabilidade, como estratégia para o rompimento do ciclo da violência. Esse auxílio é um benefício destinado para mulheres inseridas na rede de atendimento de meio salário-mínimo, com acréscimos para gestantes, lactantes, mães de crianças de 0 a 6 anos e mulheres com dependentes com deficiência.  AEN/PR

Tags: casosdelegacia da mulherdenunciaestatisticasfemicidiofiscalizaçãoolho vivoParanápolícia militarprocuradoria da mulhersecretaria de segurançatecnologiavioencia domestica
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