Houve muitas reclamações nesse fim de semana nas rodadas dos campeonatos nacionais nesse fim de semana, mas Valdir Bicudo, ex-árbitro e autor da rubrica ‘Opinião de Arbitragem’ lembra: “árbitro não é de ferro”. Bicudo explica que cada jogo é diferente do outro e é muito difícil agradar a todos, e as vezes pequenos erros de arbitragem viram desculpas para derrotas e nem sempre isso é verdade. Veja a análise de bicudo que faz questãod de lembrar que não se trata de corporativismo, e que o torcedor tem que lembrar que os pequenos erros sempre existirão e o VAR está aí para mostrar que não existe perfeição.
SOBRE VALDIR BICUDO
Valdir Bicudo Em fevereiro de 1983, estreou no Campeonato Profissional da Federação Paranaense de Futebol, no jogo Colorado 2 x 1 Matsubara. (Árbitro: Ivo Tadeu Scatola. Bandeiras: Valdir Bicudo e Ozeias Turra). A partir de 1988 passou a apitar a 2ª Divisão de Profissionais da Federação Paranaense de Futebol e em 1990 estreou como árbitro na 1ª Divisão de Profissionais no jogo, Toledo x Pato Branco. Atuou como Árbitro Assistente nas finais do Campeonato Paranaense da 1ª Divisão nos anos de 1992, 1993 e 1995. Em 1992 foi selecionado para o teste físico da CBF – aprovado com nota 10 no teste teórico e com o melhor Cooper do Paraná (fez 3230 metros em 12′) – atuou como 4º árbitro em várias jogos de todas as Séries do Brasileirão. Em 1995 de forma inexplicável foi sacado do quadro da CBF. Dirigiu (4) Atletibas – (Atlético/PR x Coritiba), ao longo da sua atividade como árbitro. Sendo (2) pelo Torneio Cidade de Curitiba em 1992, (1) em 1995 na Baixada, hoje Arena, e o último dia 13/04/1997 no Pinheirão.




