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Quando a vaca parecia que já tinha ido para o brejo, a SAF Maringá Futebol Clube vira para cima do Barra e segue viva para a última rodada da fase de classificação do Nacional de Série C. O Barra saiu na frente com gol aos oito minutos; Guilherme Neto rebateu um chute a queima roupa de Marquinho; no rebote Lomar e o goleiro maringaense se enroscaram e pressionados por Saymon, acabam por mandar a bola para o fundo das próprias redes. No replay se pode notar que o jogador do time de Santa Catarina atinge o goleiro maringaense, mas a falta não foi marcada e a Série C não tem VAR na primeira fase; lance difícil até para o VAR.

A situação foi ficando feia para o time maringaense que só desencantou aos 38 quando Raí Natalino foi
derrubado pelo goleiro Volpi dentro da área; Negueba bateu e empatou o jogo.
42 minutos; quando a vaca já tava indo para o brejo, Giovanni Gomez que vinha fazendo um fraco campeonato, desencanta; Camarão achou Gomez na área; ele sobe bem, chega antes da zaga e cabeceia no chão para fuzilar Volpi.
Com a vitória, Maringá sobe para 27 pontos, chega a oitava posição ajudado pelo tropeço do Amazonas contra o Brusque, mas para se manter ali, ainda depende do tropeços do Ypiranga contra a Ferroviária e do Maranhão contra a Itabaiana.
- ATUALIZAÇÃO; Vitórias do Ypiranga por 1 a 0 sobre a Ferroviária e do Maranhão por 4 a 1 sobre a Itabaiana, jogaram Maringá para a décima posição. A Ferroviária é dona do oitava vaga no momento, com os mesmos pontos de Maranhão e Maringá, mas com maior saldo de gols.
“Vitória merecida; do time que foi melhor o tempo inteiro e que mais uma vez acabou sofrendo gol de time que vem no WD para jogar lá atrás. Só que dessa vez, algumas das peças que até então não produziam o esperado, brilharam e transformaram o volume de jogo em ocasiões e gols. Raí Natalino sofreu o penal que levou o Dogão ao empate e o criticado Giovanni Gomez, mostrou que se alguém o achar lá dentro da área, ele pode fazer a diferença, sobretudo no último jogo da primeira fase do certame, que vale por uma inteira temporada no nacional. Vencer lá em Belém não é impossível, mas seria mais fácil se o Paysandu já estivesse com sua vaga garantida; e não está. Entretanto, a estrela de Ivan Campanari que viu seu time, assim como aconteceu antes dele, tomar gol de time que aposta na bola vertical e aérea; com lançamentos, cruzamentos e laterais, a mais uma vez sair atrás no placar; mexeu bem e deu sorte; e ter sorte é importante também. A vitória enche o time de moral para aspirar pela conquista em Belém que além de garantir a vaga para a segunda fase, entraria para a história do clube como momento épico”.
O JOGO

“Tentar a vitória desde o início; não atacar por atacar e ter tranquilidade para definir”; essas foram as três recomendações que o novo treinador do Dogão deu a seus jogadores durante os treinos da semana. Contra o Barra, esse tentar o gol desde o início começou com Paulinhologo aos 2 minutos; chute forte de fora da área que tinha as redes como endereço, mas desvia na canela do zagueiro e vai pela linha de fundo.
E o time que veio com a novidade Jesiel na zaga, só o teve por 20 minutos e já teve que o substituí-lo por Gabriel que vai para a lateral, enquanto Jhow vai compor a zaga com Ronald Carvalho. Jesiel voltava de contusão e estava sem jogar partidas oficiais desde o final de 2025 quando militava pelo Kawasaki Frontale do Japão.
Na melhor chance da primeira metade do primeiro-tempo, Negueba cruza aos 25; Cálito cabeceia no travessão; Adeílson pega o rebote; o chute sai mascado e vai para fora.
Ao final da primeira etapa, Negueba cobra falta; a bola bate na zaga e volta para Ronald Camarão que arrisca de fora da área e Volpe põe para a linha de fundo.
Precisando vencer para continuar vivo, o Dogão vai para os vestiários no 0 a 0

Quando a bola voltou a rolar, Maringá teve duas chances logo aos três minutos; na primeira teve azar; Gabriel meteu a cabeça e a bola terminou no travessão; na segunda, desperdiçou; um corte da defesa termina nos pés de Cálito que sem marcação e já dentro da grande área, bate cruzado na rede pelo lado de fora.
BARRA SAI NA FRENTE > > > O desperdício e a falta de sorte custam caro; defesa do Maringá bate cabeça depois que Guilherme Neto rebate chute de Marquinho; Lomar e Guilherme se enroscam; Saymon tenta tocar para dentro, mas quem põe para dentro é Lomar. O Barra abre o placar e complica a vida do Dogão. O maior temor do treinador Ivan Campanari vai se consolidando com Maringá tendo que correr atrás de um time que já mantém suas linhas coesas e recuadas.
- 15 minutos: Lucas Bonifácio deixa o campo para dar lugar a Giovanni Gomez
- 16 minutos: Saymon e Bernabé saem para as entradas de Gabriel Silva e Betinho no Barra
- 20 minutos: Tetê entra no lugar de Peçanha no Barra
- 27 minutos: Saem Adeílson, Paulinho e Caíque Cálito para as entradas de Serginho, Iago Santana Raí Natalino no Maringá
- 40 minutos: Saem: Marquinho e Cléo Silva para as entradas de Marcelinho e Warley no Barra
MARINGÁ EMPATA AO 38
A última esperança do Dogão de voltar à luta, vem com o goleiro Volpi derrubando Rai Natalino dentro da área aos 37 minutos. Serginho pega a bola, mas é Negueba que bate rasteiro no canto esquerdo de Volpi que cai para o outro lado.
2 A 1: GIOVANNI GOMEZ DESENCANTA E VIRA
42 minutos; quando a vaca já tava indo para o brejo, Giovanni Gomez que vinha fazendo um fraco campeonato, desencanta; Camarão achou Gomez na área; ele sobe bem, chega antes da zaga e cabeceia no chão para fuzilar Volpi
Nos nove minutos de acréscimos, o Dogão se segurou os ímpetos do Barra e garantiu a vitória. Com a vitória, Maringá sobe para 27 pontos, chega a oitava posição ajudado pelo tropeço do Amazonas contra o Brusque, mas para se manter ali, ainda depende do tropeço do Ypiranga contra a Ferroviária.
ATUALIZAÇÃO; Vitórias do Ypiranga por 1 a 0 sobre a Ferroviária e do Maranhão por 4 a 1 sobre a Itabaiana, jogaram Maringá para a décima posição. A Ferroviária é dona do oitava vaga no momento, com os mesmos pontos de Maranhão e Maringá, mas com maior saldo de gols.
Vitória merecida; do time que foi melhor o tempo inteiro e que mais uma vez acabou sofrendo gol de time que vem no WD para jogar lá atrás. Só que dessa vez, algumas das peças que até então não produziam o esperado, brilharam e transformaram o volume de jogo em ocasiões e gols. Raí Natalino sofreu o penal que levou o Dogão ao empate e o criticado Giovanni Gomez, mostrou que se alguém o achar lá dentro da área, ele pode fazer a diferença, sobretudo no último jogo da primeira fase do certame, que vale por uma inteira temporada no nacional. Vencer lá em Belém não é impossível, mas seria mais fácil se o Paysandu já estivesse com sua vaga garantida; e não está. Entretanto, a estrela de Ivan Campanari que viu seu time, assim como aconteceu antes dele, tomar gol de time que aposta na bola vertical e aérea; com lançamentos, cruzamentos e laterais, a mais uma vez sair atrás no placar; mexeu bem e deu sorte; e ter sorte é importante também. A vitória enche o time de moral para aspirar pela conquista em Belém que além de garantir a vaga para a segunda fase, entraria para a história do clube como momento épico.




