O evangelho deste domingo, traz de volta Jesus, no seu caminho para Jerusalém, com um detalhe: “ele atravessava cidades e povoados, ensinando” (Lc 13, 22-30). Ele iniciou a sua vida pública anunciando a boa notícia do reinado de Deus e convocando-nos à mudança de vida, à conversão (Mc 1, 15). Ele insiste que Deus é bom, que escuta nosso clamor, acode os enfermos, restitui a vista aos cegos, pede que partilhemos nosso pão com quem tem fome. Os pecadores e as pecadoras se alegram, porque Ele os acolhe, os coloca de pé e mesmo ao ladrão arrependido, irá dizer: “Hoje, estarás comigo no paraíso” (Lc 23, 43). Alguém, porém, do meio da multidão, faz uma pergunta que continua a nos inquietar até hoje: “É verdade que são poucos os que se salvam?” (13, 23). Serão só alguns? Serão todos? Só os justos? Hoje há pessoas que chegam a pensar: “Só se salva quem é católico! Ou, pelo menos, quem é cristão, quem acredita em Deus!” E quem é ateu, como fica? Jesus responde a esta pergunta, dizendo que devemos entrar pela porta estreita. Alerta para nossas escolhas e responsabilidade. Ele mesmo é a porta: “Eu vos asseguro, que eu sou a porta do rebanho. Os que vieram antes de mim eram ladrões e bandidos, mas as ovelhas não os escutaram. Eu sou a porta: quem entra por mim se salvará” (Jo 10, 7-9). Tira a confiança daqueles que acham que podem entrar por essa porta estreita, que é o próprio Cristo, porque foram escutá-lo em suas praças, receberam-no em suas casas e comeram com ele (Lc 13, 26-27). E quando seguem insistindo, sua resposta é: “Não sei de onde sois. Afastai-vos de mim todos vós que praticais a injustiça” (13, 28). A comunidade continuará ecoando esse critério da prática da justiça, como caminho de salvação. Assim, o relembra o apóstolo Paulo, ao escrever para os cristãos de Roma: “Haverá angústia e tribulação para todo aquele que age mal – primeiro para o judeu, depois para o grego. Haverá glória e honra para todo aquele que age bem – primeiro para o judeu, depois para o grego. Deus não faz acepção de pessoas” (Rm 2, 9-11). Se a porta é estreita, é largo e amplo, porém, o sonho e o propósito de Deus que quer que todas as pessoas, pelas quais seu Filho deu a vida, se salvem, mesmo aquelas que consideramos que não fazem parte do “nosso” rebanho de escolhidos: “Virão homens do Oriente e do Ocidente, do Norte e do Sul, e tomarão lugar à mesa no Reino de Deus. E, assim, há últimos que serão primeiros e primeiros que serão últimos” (13, 30). E Jesus intercede um favor até mesmo daqueles que o estavam conduzindo à morte e pregando-o na cruz: “Pai perdoai-lhes porque não sabem o que fazem” (Lc 23, 34). O evangelho deste domingo, traz de volta a Jesus, no seu caminho para Jerusalém, com um detalhe: “ele atravessava cidades e povoados, ensinando” (Lc 13, 22-30). Ele iniciou a sua vida pública anunciando a boa notícia do reinado de Deus e convocando-nos à mudança de vida, à conversão. Ele insiste que Deus é bom, que escuta nosso clamor, acode os enfermos, restitui a vista aos cegos, pede que partilhemos nosso pão com quem tem fome. Os pecadores e pecadoras se alegram, porque Ele os acolhe, os coloca de pé e mesmo ao ladrão arrependido, irá dizer: “Hoje estarás comigo no paraíso”. Alguém, porém, do meio da multidão, faz uma pergunta que continua a nos inquietar até hoje: “É verdade que são poucos os que se salvam?” (13, 23). Serão só alguns? Serão todos? Só os justos? Hoje há pessoas que chegam a pensar: “Só se salva quem é católico! Ou, pelo menos, quem é cristão, quem acredita em Deus! E quem é ateu, como fica? Jesus responde a esta pergunta, dizendo que devemos entrar pela porta estreita. Alerta para nossas escolhas e responsabilidade. Ele mesmo é a porta e tira a confiança daqueles que acham que podem entrar por essa porta estreita, que é o próprio Cristo, só porque foram escutá-lo em suas praças, receberam-no em suas casas e comeram com ele. E quando seguem insistindo sua resposta é: “Não sei de onde sois. Afastai-vos de mim todos vós que praticais a injustiça” (13, 28). A comunidade continuará ecoando esse critério da prática da justiça, como relembra o apóstolo Paulo, ao escrever para os cristãos de Roma: “Haverá angústia e tribulação para todo aquele que age mal – primeiro para o judeu, depois para o grego. Haverá glória e honra para todo aquele que age bem – primeiro para o judeu, depois para o grego. Deus não faz acepção de pessoas” (Rm 2, 9-11). Se a porta é estreita, é largo e amplo, porém, o sonho e o propósito de Deus que quer que todas as pessoas, pelas quais seu Filho deu a vida, se salvem, mesmo aquelas que consideramos que não fazem parte do “nosso” rebanho de escolhidos: “Virão homens do Oriente e do Ocidente, do Norte e do Sul, e tomarão lugar à mesa no Reino de Deus. E, assim, há últimos que serão primeiros e primeiros que serão últimos” (13, 30).
10 de outubro é Dia de São Daniel Comboni. O FATO MARINGÁ visitou a cidade e a casa onde ele nasceu em Limone del Garda
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