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Instituto Butantan apresenta como foi o processo do desenvolvimento da vacina contra a dengue

Os imunizantes feitos com a técnica têm resposta imune eficiente e duradoura, diminuindo a quantidade de doses e a necessidade de reforço ao longo do tempo

Por O Fato Redação
10/05/2023
em NACIONAL
Fotos: Rafael Simões e Renato Rodrigues/Comunicação Butantan

Fotos: Rafael Simões e Renato Rodrigues/Comunicação Butantan

Em dezembro de 2022, o Butantan divulgou resultados preliminares animadores referentes à fase 3 de ensaios clínicos da sua vacina contra a dengue: o imunobiológico apresentou uma eficácia de quase 80% de proteção com uma única dose. O diferencial do produto é que ele utiliza a tecnologia de vírus vivo atenuado – diferentemente da vacina contra a influenza, carro-chefe do Butantan, que é feita com a bem estabelecida técnica de vírus inativado.

“Quando pensamos em desenvolver uma nova vacina, geralmente a primeira opção são as de vírus vivo atenuado, que induzem uma ótima resposta imunológica por um tempo duradouro”, explica a gerente de projetos do Laboratório Piloto de Vacinas Virais, Neuza Frazatti, responsável por liderar os estudos para a produção do imunizante.

foto: Instituto Butantan

Popularmente chamados de “enfraquecidos”, os vírus atenuados mantêm todas as suas características, mas apresentam uma baixa capacidade de replicação. Ou seja, uma vez no organismo, eles até se multiplicam dentro da célula, mas geram uma baixa viremia – que é a quantidade de vírus circulante no corpo. “É como se o organismo fosse ‘enganado’ por uma doença bem branda, mas capaz de gerar a resposta imunológica semelhante à que teria frente ao vírus circulante que provoca a doença”, esclarece a cientista.

Em dezembro de 2022, o Butantan divulgou resultados preliminares animadores referentes à fase 3 de ensaios clínicos da sua vacina contra a dengue: o imunobiológico apresentou uma eficácia de quase 80% de proteção com uma única dose. O diferencial do produto é que ele utiliza a tecnologia de vírus vivo atenuado – diferentemente da vacina contra a influenza, carro-chefe do Butantan, que é feita com a bem estabelecida técnica de vírus inativado.

“Quando pensamos em desenvolver uma nova vacina, geralmente a primeira opção são as de vírus vivo atenuado, que induzem uma ótima resposta imunológica por um tempo duradouro”, explica a gerente de projetos do Laboratório Piloto de Vacinas Virais, Neuza Frazatti, responsável por liderar os estudos para a produção do imunizante.

Popularmente chamados de “enfraquecidos”, os vírus atenuados mantêm todas as suas características, mas apresentam uma baixa capacidade de replicação. Ou seja, uma vez no organismo, eles até se multiplicam dentro da célula, mas geram uma baixa viremia – que é a quantidade de vírus circulante no corpo. “É como se o organismo fosse ‘enganado’ por uma doença bem branda, mas capaz de gerar a resposta imunológica semelhante à que teria frente ao vírus circulante que provoca a doença”, esclarece a cientista.

 

Respostas eficazes e mais duradouras

Assim que completamos um esquema vacinal, nosso nível de anticorpos contra aquela doença aumenta consideravelmente. Com o tempo, é normal que esse índice comece a cair, mas isso não significa que voltamos a estar desprotegidos daquele determinado patógeno.

A reação do organismo humano frente a um corpo estranho, como o vírus contido em uma vacina, é algo extremamente complexo. No geral, o sistema imunológico induz duas respostas: a primeira é a produção de anticorpos, proteínas que combatem o agente infeccioso; outra é a memória celular, também chamada de humoral, responsável por “guardar” as informações que vão ativar as células de defesa e combater um determinado antígeno já conhecido pelo nosso corpo, garantindo assim uma proteção a longo prazo.

“Portanto, é importante que uma vacina produza uma boa resposta humoral, referente aos níveis de anticorpos, e celular – caso dos imunizantes feitos com vírus vivo atenuado”, exemplifica Neuza Frazatti. Isso explica o fato de muitas vacinas feitas com a técnica, como a tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola), rotavírus e a da poliomielite oral, serem aplicadas ainda na primeira infância e dispensarem novas doses de reforço depois. A eficiência também se reflete na necessidade de menos doses, como o imunizante do Butantan contra a dengue, que será aplicado em dose única.

ASC/BUTANTAN

Tags: dengueinstituto butantansaúdevacina
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