> O NEGÓCIO É O SEGUINTE > A decisão das vagas na final do Paranaense ficou mesmo para o próximo fim de semana em Curitiba. Neste domingo, depois que Operário e Coritiba empataram em 2 a 2 em Ponta Grossa, foi a vez de Londrina e Athletico copiarem o placar deles. Foi uma partida com um roteiro cheio de ação.
Teve de tudo; o Athletico virou para cima do Londrina depois de estar perdendo por 1 a 0, cedeu um pênalti, teve sorte que não foi convertido, mas depois acabou levando o gol de empate. A partida da ida das semifinais do Campeonato Paranaense da Primeira Divisão foi disputada no início da noite deste domingo no Estádio do Café.
No domingo que vem, às 16h na Baixada, os dois times se encontram de novo, e da próxima vez se terminar empatado, a vaga vai ser decidida nos pênaltis
Coritiba e Operário jogam no sábado às 16h no Couto Pereira.
O JOGO
O Tubarão só precisou de seis minutos para abrir o placar; Vitinho cruza e encontra Bruno Santos no segundo pau; ele escora de cabeça para o meio da muvuca, a bola vai entrando, mas antes que supere a linha vem André Luiz que por segurança empurra para dentro.
Com 1 a 0 no placar, o Londrina colocou o Athletico para correr; e a correria deu resultado quinze minutos depois. Gilberto toca para Lucas Amorim que entrega para Chiqueti que bate Kozlinski e empata
Chiqueti vive um ótimo momento em sua breve carreira; é dele o gol da virada seis minutos depois. Passam poucos segundos dos 21 minutos quando ele rouba boa na intermediária, parte driblando para o meio, invade a área, tira três londrinensese e bate cruzado para fazer 2 a 1.
Atrás no placar, o Londrina volta para o tudo ou nada e começa a pressionar o Furacão em seu campo. Aos 17 minutos os jogadores reclamam toque de mão de Claudinho do Athletico dentro da própria área de defesa. O árbitro, marca, ouve o VAR, não vai ver o vídeo e confirma o penal. Iago Telles faz uma daquelas paradinhas em que o atacante fica sassaricando na frente da bola e não engana ninguém; o goleiro Mycael que sabe das coisas espera até o último segundo, Iago pipoca, chuta fraco e para fora; e o chute foi tão ruim que se fosse no gol o Mycael pegava. Como pode um profissional faz tanta cena para bater um pênalti ? A receita é simples; escolher o canto, como se pretende bater na bola, e sentar o pé, mas não, o cidadão insiste num bailinho patético.
Depois do desperdício era de se imaginar que o Athletico acordasse para o jogo, mas não, o Fura continuou deixando o Londrina jogar e o gol do empate veio aos 27 com uma paulada de fora da área de Lucas Marques.
Após ceder o empate, o Athletico finalmente entrou no jogo no segundo-tempo, mas o pouco que criou, desperdiçou e pelo menos soube segurar a barra para não tomar a virada.
No domingo que vem, às 16h na Baixada, os dois times se encontram de novo, e da próxima vez se terminar empatado, a vaga vai ser decidida nos pênaltis
Coritiba e Operário jogam no sábado às 16h no Couto Pereira.




