O anúncio da operação “extraordinária” foi adiantado por Donald Trump, que se encontra em sua residência de golfe, Mar-a-Lago, na Flórida, por meio da rede social Truth Social. A autoridade legal para o ataque não está clara, tão pouco a prisão de um governante no seu próprio país. Na rede X, têm surgido várias mensagens de senadores dos EUA a afirmar que o Congresso não foi consultado, logo, a “operação militar em larga escala” anunciada por Trump não obteve aprovação.
Mas avançou dentro de um outro quadro legal, de acordo com o que foi explicado ao senador Mike Lee, esta ação militar “provavelmente se enquadra na autoridade inerente do presidente, nos termos do Artigo II da Constituição, de proteger o pessoal dos EUA de um ataque real ou iminente”, escreveu o senador na rede X, após uma conversa com Marco Rubio.
Maduro indiciado por “narcotráfico” no distrito sul de Nova Iorque
Depois de capturado em Caracas, juntamente com a sua mulher, Nicolás Maduro foi transportado para Nova Iorque, onde será formalmente indiciado por “narcotráfico”, avançou a Procuradora-Geral, Pamela Bondi.
O presidente venezuelano e a sua esposa vão ser acusados de “conspiração para o narcotráfico, de conspiração para a importação de cocaína, de posse de metralhadoras e de dispositivos destrutivos, e de conspiração para a posse de metralhadoras e de dispositivos destrutivos contra os Estados Unidos”.
O Brasil também está a preparar medidas semelhantes. Lula da Silva classificou a captura de Maduro como uma “afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional” e apelou à comunidade internacional para que responda através das Nações Unidas.




