ATUALIZAÇÃO:
Às 20h13 a redação de OFATOMARINGA.COM teve acesso a informações que confirmam a versão sustentada por Carlos Augusto Ferreira que afirma que a 23ª Vara da Justiça Federal de Curitiba deu encaminhamento para a retirada de seu nome do rol dos investigados.
Na manhã desta segunda-feira em um hotel da cidade, o secretário municipal de Fazenda de Maringá Carlos Augusto Ferreira promoveu uma entrevista coletiva para apresentar informações sobre aquilo que ele diz ser um desfecho que o desvincula definitivamente das investigações da Operação Mafiusi. No dia 16 de outubro, Ferreira foi alvo de busca e apreensão da Polícia Federal no âmbito da Operação que investiga lavagem de dinheiro para o PCC no tráfico internacional de drogas. Na semana passada, a PF restituiu a Ferreira os três veículos de luxo que tinham sido apreendidos. Na coletiva desta segunda-feira (8), Ferreira voltou a apontar o dedo contra Carlos De La Cruz Hyppolito – ex-sócio da Fintech Pinbank, como sendo o homem que é dono do celular que a PF interceptou assim também como é responsável pelo teor do conteúdo da transcrição que tinha sido atribuída ao maringaense por adoção. Ferreira também apresentou à imprensa um documento de dez páginas em PDF elaborado por ele, onde percorre as etapas nos 43 dias que culminaram segundo ele, com a manifestação do Ministério Público Federal pelo arquivamento do caso no que diz respeito sua figura. A decisão judicial segundo Ferreira teria sido publicada dia 25 do mês passado, e o MPF teria se manifestado no dia 28. Ferreira diz que nada mais pesa sobre ele e apresenta em um trecho do PDF de hoje, parte de uma despacho da 23ª Vara Federal de Curitiba em que se lê que sobre a ordem de restituição dos veículos, se lê também sobre o pedido de retificação e autuação no processo eletrônico para que a situação de Ferreira conste como arquivada e ainda, que se determine retificação das peças produzidas pela PF onde se associa o nome de Ferreira ao do tal Carlão Pinbank, que seria na verdade, como já afirmado por Ferreira várias vezes, é a alcunha de Carlos De La Cruz Hyppolito, ex-sócio da Pinbank. Os prints daquilo que Ferreira apresentou como sendo parte do processo não podem ser consultados no Projudi porque o processo corre em sigilo, e respondendo ao pedido de confirmação do teor das afirmações de Ferreira, a assessoria de comunicação da Polícia Federal de Curitiba respondeu somente que a Polícia Federal não se pronuncirá.
ATUALIZAÇÃO:
Às 20h13 a redação de OFATOMARINGA.COM teve acesso
a informações que confirmam a versão sustentada por
Carlos Augusto Ferreira que afirma que a 23ª Vara da Justiça
Federal de Curitiba deu encaminhamento para a retirada
de seu nome do rol dos investigados.
Enfim, a imprensa considera que seria muito oportuno e necessário que o delegado do caso, que Ferreira diz ser o Dr Eduardo Verza, viesse à público para confirmar ou não o fim das investigações sobre Ferreira, porque se não se tratou de um equívoco, a PF precisaria esclarecer aos 420 mil maringaenses que tem Ferreira como secretário de Fazenda. Bastaria dizer, “Ferreira não é mais investigado; tudo sobre ele foi arquivado” e fim de papo; enquanto isso não acontece, fica aí a verdade de Ferreira, que teve a coragem de enfrentar a situação, e o silêncio da PF que mantém uma sombra enorme sobre o tudo; e nesse tudo tem uma cidade inteira.




