Com 14 pontos e amargando a 13ª posição, três é um número importante na contabilidade da SAF Maringá Futebol Clube que entra em campo na noite desta segunda-feira (14) no Willie Davids para enfrentar o Brusque. Três são os pontos que separam o Dogão do G8, mas para superar o Ituano que está em oitavo e já tem 17, entra em cena outro três, que é o número de gols que o time teria que abrir de vantagem sobre os catarinenses para ter maior saldo de gols. Numa expectativa mais modesta, o Dog sabe também que se vencer pela contagem mínima, o que seria mais do que bom para quem não vence há 7 partidas, terminaria a 12ª rodada em nono lugar no certame 2025 do Brasileiro da Série C.
O três também está bem presente na campanha recente do time. A última vitória do Dogão foi há mais de dois meses, e de lá para cá, foram três empates e quatro derrotas. São apenas três os pontos conquistados em 21 possíveis, o que equivale a pouco mais de 14% de aproveitamento.
Se três é um número mágico quando se olha para o alto da tábua de classificação, três também é o número que separa o tricolor maringaense do inferno da zona de rebaixamento. Quando o Dogão entrar em campo às 19h30, terá que correr muito para fazer com que sua diferença em relação ao Tombense, time que atualmente está na 17ª colocação com 11 pontos. Abaixo dele, só estão Confiança com 11, Anápolis com 10 e Retrô que tem 8, mas que pode chegar a 11 se também na noite desta segunda-feira, vencer o CSA em casa. Torcer pelo Retrô é dever, porque para ficar em oitavo, mesmo vencendo por três o Brusque, o CSA tem que perder.
O cenário angustiante que se arrasta numa crescente desde 6 de maio está deixando os atacantes do escrete maringaense ansiosos, e esse sentimento tem atrapalhado na hora de mandar a gorducha para o fundo das redes. A afirmação é do técnico Jorge Castilho que respondendo a pergunta de OFATOMARINGA.COM na coletiva do pós jogo em Erechim, disse que não via precipitação nas conclusões que em algumas vezes foram parar nas arquibancadas do Estádio Majestoso do Ypiranga, mas na coletiva do pré-jogo (assista aqui) com o Brusque admitiu que apesar do crescimento que ele vê na qualidade do jogo produzido, há um pouco de ansiedade no ar por conta dos resultados negativos que se acumulam.
“O time evoluiu muito; No quesito defensivo o Tony não fez nenhuma defesa no segundo-tempo contra o Ypiranga; o meio-campo também foi bem destruindo jogadas e criando, mas no ataque apesar termos criados vinte oportunidades tivemos um baixo índice de acerto ao alvo, e isso é uma coisa que nos incomoda. É difícil cobrar os jogadores sobre o treinamento de finalizações porque eles treinam muito, até quando não pedimos isso nos treinos e quando o gol sair toda a ansiedade vai acabar”, analisou Jorge Castilho.
A falta do Maranhão vai ser sentida porque ele é um pivô que segura pelo menos dois zagueiros e faz uma pressão muito grande na saída de bola do adversário. Estamos pensando como vamos substituí-lo à altura, talvez o Júlio seja o mais indicado, já que ele tem um estilo de jogo parecido.
ENTRE DESFALQUES E REFORÇOS SEMINOVOS – ZÉ VÍTOR É CERTEZA, MORAES AINDA NÃO
Com a janela de transferências da CBF aberta, o treinador espera pela concretização de contratações de reforços que ele já sabe, mas não revela justamente porque é preciso esperar que se bata o martelo. Castilho que os reforços que devem chegar, estão em forma e virão para jogar. Entretanto e sobretudo na noite desta segunda-feira (14), o treinador terá que se contentar com o retorno do seminovo Zé Vítor e quem sabe com Matheus Moraes que apesar dos anúncios do clube, está de volta ao clube porque o negócio com o clube coreano não se concretizou. Não há informações sobre o que exatamente não deu certo. Agora se fala de negociação com um clube do Japão. O MFC havia informado que o jogador já estava na Coréia do Sul, mas depois algo aconteceu, se fala que o jogador não gostou do que viu por lá e pode ser mais um reforço seminovos.
Suspensos, Maranhão, Cheron, Parrudo, Ronald e Buga desfalcam o time que pode entrar em campo com Tony, Max Miller, Tito e Jhow; Alecxander, Cristovam, Evanderson, Zé Vitor, Vinicius Amaral; Negueba; Robertinho e Júlio Rodrigues.
A Jovem Pan Maringá transmite AO VIVO com a narração de Eduardo Machado, comentários de Vítor Raiumundi, reportagens de Edvaldo Ferreira e plantão de Kaká Silva. Clique aqui para acompanhar a transmissão AO VIVO.



