O relatório anual de gestão da secretária de Saúde de Maringá tem como destaque a impressionante cifra investida em na pasta. São R$ 872,1 milhões que inclui recursos municipais e repasses federais e estaduais. Ao se aproximar da casa do bilhão, não passa despercebido O FATO que não é negativo, que a composição dos recursos vê o Governo Federal liderando com 48%, seguido pelo próprio município que coloca 43,78%, 6,37% do governo do Estado e 2% de outras origens, como operações de crédito. Por Lei, o município só tem que investir 15% de seu orçamento, mas investiu 21%.

O secretário municipal de Saúde Antônio Carlos Nardi conduziu a apresentação do relatório na manhã desta sexta-feira (27) na Câmara Municipal. Para ele, “indicam avanços na organização da rede municipal, com melhora de indicadores, ampliação de serviços e fortalecimento da atenção à população”. Nardi indica em ações como a recomposição das 99 equipes da Estratégia Saúde da Família (ESF) e a reestruturação da atenção primária, com a contratação de agentes comunitários de saúde, enfermeiros, técnicos de enfermagem, odontólogos e técnicos em saúde bucal, aumentaram e melhoraram o nível de cobertura assistencial nos bairros. A entrada em vigor da Lei das 30 horas semanais de carga horária para a enfermagem e a consolidação do serviço de teleconsulta também foram lembrados pelo titular da Saúde.
O secretário também vê progressos na área de zoonoses e diz que o município registrou redução de 80% nos casos de dengue.
“Os números mostram que estamos avançando de forma responsável e estruturada. Reforçamos a atenção primária, ampliamos o acesso às especialidades e alcançamos resultados na Vigilância em Saúde. Seguimos comprometidos em qualificar cada vez mais o atendimento da rede pública de saúde de Maringá”, afirmou.




