A atriz francesa Brigitte Bardot, ícone mundial do cinema, morreu na manhã deste domingo aos 91 anos.
Revelada muito jovem em 1956 pelo filme E Deus criou a mulher, do seu futuro marido Roger Vadim, Bardot tornar-se ia um símbolo da sensualidade feminina muitas vezes imitado, mas nunca igualado, ao longo das duas décadas seguintes, até se retirar dos ecrãs prematuramente, para se dedicar à causa da defesa dos animais, através da fundação que criou e leva o seu nome.
Foi a Fundação Brigitte Bardot a anunciar a morte da atriz este domingo, através de um comunicado.
O presidente Emmanuel Macron lembrou Bardot, que foi modelo para a Marianne (efígie oficial da República Francesa), da seguinte forma, na plataforma X: Os seus filmes, a sua voz, a glória deslumbrante, as suas iniciais, as suas tristezas, a generosa paixão pelos animais, o rosto que se tornou Marianne, Brigitte Bardot encarnava uma vida de liberdade. Existência francesa, brilho universal. Ela tocava-nos. Choramos uma lenda do século”.
Ses films, sa voix, sa gloire éblouissante, ses initiales, ses chagrins, sa passion généreuse pour les animaux, son visage devenu Marianne, Brigitte Bardot incarnait une vie de liberté. Existence française, éclat universel. Elle nous touchait. Nous pleurons une légende du siècle.
— Emmanuel Macron (@EmmanuelMacron) December 28, 2025
Também o município de Saint-Tropez, cidade à beira do Mediterrâneo onde Bardot foi descoberta ainda adolescente e onde viveu praticamente toda a sua vida, na casa que batizou La Madrague, lembra a lenda. Através de uma publicação no Facebook, diz que Bardot “ficará para sempre associada à imagem da cidade, da qual foi a embaixadora mais brilhante”. euro news




