Na 1ª. Leitura, o profeta Isaias conclama o povo acabrunhado e abatido no exílio: “Fortalecei as mãos enfraquecidas e firmai os joelhos debilitados. Dizei às pessoas deprimidas: ‘Criai ânimo, não tenhais medo!’” (Is 35, 1-6ª 10). Lançado na prisão por Herodes, João Batista, envia discípulos a Jesus para perguntarem: “Es tu, aquele que há de vir, ou devemos esperar um outro”. Somos habitados hoje pela mesma dúvida. A resposta de Jesus não é doutrinal ou teórica. É prática e é uma bússola segura para o nosso caminhar e o da comunidade. Ele pede que abramos os olhos, miremos a realidade de sofrimentos e dores do povo e nos certifiquemos de sua prática: “Os cegos recuperam a vista, os paralíticos andam, os leprosos são curados, os surdos ouvem, os mortos ressuscitam e OS POBRES SÃO EVANGELIZADOS” (Mt 11, 2-11).
HOMILIA: “Mas era preciso festejar e alegrar-nos, porque este teu irmão estava morto e tornou a viver”
https://www.youtube.com/watch?v=KGtd0lvbFsQ O cenário no qual se insere esta parábola e as outras duas, que a acompanham é assim descrito pelo...
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