OFATOMARINGA.COM
No Result
View All Result
  • Home
  • WEBTV
  • MARINGÁ
  • GERAL
  • PARANÁ
  • NACIONAL
  • INTERNACIONAL
  • POLÍTICA
  • ESPORTES
  • CULTURA
  • ARTIGOS
  • OFATO.DOC
  • Home
  • WEBTV
  • MARINGÁ
  • GERAL
  • PARANÁ
  • NACIONAL
  • INTERNACIONAL
  • POLÍTICA
  • ESPORTES
  • CULTURA
  • ARTIGOS
  • OFATO.DOC
No Result
View All Result
OFATOMARINGA.COM
No Result
View All Result

Home GERAL

Paraná é o segundo maior produtor florestal do país e lidera a produção de madeira em tora, lenha e erva-mate

Valor da produção florestal paranaense cresceu 5,9% e chegou a R$ 7,5 bilhões em 2025; cinco municípios do estado estão entre os 20 com maior valor de produção florestal do Brasil

Por O Fato Redação
24/09/2026
em GERAL

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou hoje (24) os resultados da Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura (PEVS) 2025. A pesquisa investiga, em todos os municípios do país, a quantidade e o valor da produção obtidos com florestas plantadas para fins comerciais (silvicultura) e com a exploração de recursos vegetais nativos (extrativismo vegetal), além da área ocupada pelas florestas plantadas.

Em 2025, o valor da produção florestal brasileira atingiu o recorde de R$ 47,9 bilhões, alta de 6,7% em relação ao ano anterior. Nesse cenário, o Paraná se manteve como um dos principais polos florestais do país: somando silvicultura e extrativismo, o estado gerou cerca de R$ 7,5 bilhões em valor da produção, o segundo maior do Brasil, e ocupa posição de liderança em alguns dos principais produtos da pesquisa.

Silvicultura paranaense cresce 6,5% e soma R$ 6,9 bilhões

O valor da produção da silvicultura no Paraná chegou a R$ 6,9 bilhões em 2025, crescimento de 6,5% em relação a 2024. Com o resultado, o estado respondeu por 16,8% do valor gerado pelo setor no país e ficou na 2ª posição do ranking nacional, atrás de Minas Gerais (R$ 9,2 bilhões, 22,5%) e à frente de Mato Grosso do Sul (R$ 5,6 bilhões, 13,7%). A força da silvicultura paranaense está na madeira em tora. Somadas as duas finalidades investigadas pela pesquisa — madeira para papel e celulose e madeira para outras finalidades —, o estado produziu 39,7 milhões de metros cúbicos, que geraram R$ 5,6 bilhões, que representaram 21,1% de valor de produção nacional.

A área de florestas plantadas no Paraná somou 1,2 milhão de hectares em 2025, praticamente estável em relação ao ano anterior. Paraná lidera madeira em tora para outras finalidades, com mais de um terço da produção nacional O Paraná é o maior produtor brasileiro de madeira em tora para outras finalidades, categoria que reúne a madeira destinada a serrarias, laminadoras, fábricas de painéis e móveis e à construção civil, por exemplo.

Em 2025, o estado produziu 20,7 milhões de metros cúbicos, o equivalente a 34,9% da produção nacional. Apesar da queda de 2,3% na quantidade, o valor da produção subiu 1,4% e chegou a R$ 3,2 bilhões. Nesse segmento, predomina a madeira de pinus: foram 15,9 milhões de metros cúbicos, mais da metade (52,3%) de toda a madeira de  pinus para outras finalidades produzida no país, além de 4,6 milhões de metros cúbicos de eucalipto.

Estado é o 3º maior produtor de madeira para papel e celulose e lidera a de pinus

Na madeira em tora para papel e celulose, o Paraná produziu 19,1 milhões de metros cúbicos em 2025, com valor da produção de R$ 2,5 bilhões, o que coloca o estado na 3ª posição nacional, atrás de Mato Grosso do Sul e São Paulo.

O destaque paranaense é a madeira de pinus, matéria-prima da celulose de fibra longa, usada em papéis que exigem mais resistência: o estado produziu 8,9 milhões de metros cúbicos de pinus para esse fim, 50,6% do total nacional, gerando R$ 1,4 bilhão. Somam-se a isso 10,2 milhões de metros cúbicos de eucalipto, que geraram R$ 1,1 bilhão.

Paraná é o maior produtor de lenha de florestas plantadas

Com 14,4 milhões de metros cúbicos, o Paraná liderou a produção nacional de lenha da silvicultura em 2025, respondendo por 26,1% do total do país, à frente do Rio Grande do Sul (11,1 milhões de metros cúbicos, 20,2%). O valor da produção de lenha no estado chegou a R$ 1,1 bilhão. A maior parte veio de florestas de eucalipto (12,2 milhões de metros cúbicos), seguida pelo pinus (2,0 milhões). Juntos, os três estados da Região Sul respondem por 61,1% da lenha de florestas plantadas do Brasil.

Completam a produção silvicultural paranaense o carvão vegetal, com 85,0 mil toneladas e R$ 143,9 milhões, e a resina, com 6,2 mil toneladas e R$ 28,3 milhões, o que torna o Paraná o 3º maior produtor de resina do país, atrás de São Paulo e Rio Grande do Sul. Erva-mate: oito maiores municípios produtores do Brasil são paranaenses No extrativismo vegetal, o grande destaque do Paraná é a erva-mate.

O estado produziu 371,8 mil toneladas da erva nativa em 2025, o que representa 88,4% da produção nacional, e gerou R$ 500,2 milhões, cerca de 89% do valor nacional do produto. A erva-mate é o segundo produto não madeireiro de maior valor da produção no extrativismo brasileiro, atrás apenas do açaí.

Os oito municípios com as maiores produções de erva-mate extrativa do país estão no Paraná. São Mateus do Sul lidera o ranking nacional, com 62,5 mil toneladas, 14,9% de toda a erva-mate extraída no Brasil, mesmo com redução de 3,8% em relação a 2024. Cruz Machado, General Carneiro, Bituruna e Inácio Martins também se destacam na produção da erva. Cabe ressaltar que a PEVS investiga apenas a erva-mate extraída de ervais nativos.

A produção de erva-mate cultivada é levantada pela Produção Agrícola Municipal (PAM), também realizada pelo IBGE, na qual o Paraná igualmente lidera a produção nacional. Paraná gera o maior valor da produção de pinhão do país

Outro produto típico das florestas paranaenses, o pinhão teve 4,2 mil toneladas extraídas no estado em 2025, o equivalente a 27,1% da produção nacional, o que coloca o Paraná na 2ª posição em quantidade, atrás de Santa Catarina.

Em valor, porém, o Paraná lidera: foram R$ 34,6 milhões, cerca de 37% do valor nacional do produto, à frente de Santa Catarina (R$ 32,5 milhões). No país, o valor da produção de pinhão cresceu 22,3% em 2025. Estado é o único produtor de nó-de-pinho do país Ligado ao pinheiro-brasileiro (araucária), o nó-de-pinho, parte resinosa da árvore aproveitada da madeira remanescente, teve produção registrada apenas no Paraná em 2025, com 6,6 mil metros cúbicos, que geraram R$ 5,9 milhões.

O estado também registrou 13 mil árvores de araucária nativa abatidas, que resultaram em 38,7 mil metros cúbicos de madeira em tora, o maior volume entre os estados da Região Sul.

Entre os produtos madeireiros do extrativismo, o Paraná extraiu ainda 666,3 mil metros cúbicos de lenha (R$ 47,1 milhões), 170,0 mil metros cúbicos de madeira em tora (R$ 36,6 milhões) e 5,9 mil toneladas de carvão vegetal (R$ 14,9 milhões), liderando esses três produtos entre os estados do Sul. Somando erva-mate, pinhão, produtos madeireiros e nóde-pinho, o extrativismo paranaense gerou cerca de R$ 640 milhões em 2025.

General Carneiro é o 3º município do país em valor da produção florestal

O detalhamento municipal da PEVS mostra a força do Paraná também no ranking das cidades. General Carneiro, que liderava o país em 2024, ficou na 3ª posição em 2025, com R$ 718,3 milhões em valor da produção florestal, atrás de Três Lagoas (MS) e Ribas do Rio Pardo (MS), municípios que avançaram com a expansão da indústria de celulose no Mato Grosso do Sul.

O município paranaense produziu 2,7 milhões de metros cúbicos de madeira em tora para outras finalidades, mesma quantidade do ano anterior, que geraram R$ 447,0 milhões (+6,3%). Também se destacou na madeira em tora para papel e celulose (R$ 207,0 milhões) e na lenha (R$ 15,8 milhões). Ao todo, seis municípios paranaenses aparecem entre os 30 de maior valor da produção florestal do país: General Carneiro, Telêmaco Borba, Cruz Machado, Bituruna, Inácio Martins e Cerro Azul. Considerando apenas a silvicultura, 17 municípios do Paraná estão entre os 100 maiores do Brasil, entre eles ainda Sengés, Reserva, Tibagi, Guarapuava, Jaguariaíva, União da Vitória, Tunas do Paraná, Rio Branco do Sul, Ventania, Ortigueira e Campo Largo.

No ranking do extrativismo, dominado por municípios do Pará e do Maranhão, São Mateus do Sul (R$ 110,2 milhões) e Inácio Martins (R$ 82,3 milhões) ocupam a 9ª e a 10ª posições nacionais, sendo os únicos de fora das regiões Norte e Nordeste entre os dez primeiros. Cruz Machado (18º), Prudentópolis, General Carneiro, Paula Freitas e Bituruna também figuram entre os 50 maiores do país, com produção puxada pela erva-mate.

Informações adicionais sobre a PEVS 2025 A Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura (PEVS) é a principal fonte de estatísticas sobre a exploração dos recursos florestais no país.

A pesquisa levanta a quantidade e o valor da produção obtidos com florestas plantadas (silvicultura) e com a coleta de produtos em matas nativas (extrativismo vegetal), além da área total existente de florestas plantadas em 31 de dezembro do ano de referência.

O levantamento do extrativismo teve início em 1938 e o da silvicultura, em 1974, os dois foram reunidos em uma única pesquisa em 1986. A unidade de investigação é o município.

Os dados são obtidos pelo Agente de Coleta do IBGE, por meio de questionário aplicado em cada município do país, com consulta a entidades públicas e privadas, produtores, técnicos e órgãos ligados à produção, comercialização, industrialização e fiscalização dos produtos florestais.

As informações são avaliadas pelas equipes estaduais de pesquisas agropecuárias do IBGE e validadas por técnicos de órgãos do setor nas Reuniões de Estatísticas Agropecuárias (Reagro). O valor da produção corresponde à quantidade produzida multiplicada pelo preço médio pago ao produtor, a preços correntes.

Em 2025, a pesquisa passou por mudanças na lista de produtos. Foram encerradas as séries de produtos que perderam importância econômica, como ipecacuanha, caucho, látex líquido de hévea, barbatimão, balata, sorva, maçaranduba e oiticica. Passaram a ser divulgados no grupo dos alimentícios o baru, buriti, cajá, cupuaçu, juçara, macaúba, pupunha e tucum, e, nos oleaginosos, a andiroba e o murumuru.

Na silvicultura, produtos antes agregados ganharam destaque próprio, como a teca, a acácia-negra, o mogno africano e o cedro australiano.

ASC/IBGE

Tags: ervamategeneral carneiroibgeParanáprodução
CompartilharTweetEnviar

Notícias Relacionadas

foto: Lula  Marques/EBC
POLÍTICA

Senado aprova fim da escala 6×1 e redução da jornada de trabalho

Por O Fato Redação
15/10/2026

Em uma decisão histórica, o plenário do Senado Federal aprovou na noite desta quarta-feira (14), em votação em dois turnos,...

Read moreDetails

PCPR prende 106 pessoas em megaoperação contra organização criminosa em três estados

Paraná ultrapassa 115 mil emissões da Carteira da Pessoa Idosa Paranaense

Yakisoba solidário vai arrecadar fundos para a ‘Amo Down’ de Campo Mourão

CURITIBA: Palácio Avenida e Rua Iluminada da Família Moletta têm datas confirmadas

Defesa Civil Estadual inicia programação da Semana para Redução de Riscos e Desastres

Bancadas da Assembleia Legislativa passam por mudanças, e lideranças avaliam cenário para a próxima legislatura

FETACAM 2026 reúne estudantes de teatro em duas noites de cenas curtas em Campo Mourão

Paraná lidera abate de frangos e soja avança acima da média, aponta boletim do Deral

Outras notícias
FOTO: ASC/UEM

Hemocentro da UEM convoca doadores de sangue de todos os tipos

Carteira de Identidade Nacional possibilita ter conta ouro no GOV.BR

POMODORO COMUNICAÇÃO SOCIAL – LEONEL GROUP LTDA
Portal de Notícias e Web tv O FATO MARINGÁ
CNPJ 27.518.807/0001-77
Avenida Carlos Gomes, 146 – Sobreloja – Zona 5
CEP – 87.015-200 – Maringá – Paraná
Telefone (44) 9 9713 0030

Redação:

Editor Chefe: José Carlos Leonel – MTBE 0011979/PR
Ligiane Ciola: Jornalista Responsável – MTBE – 30014

No Result
View All Result
  • WEBTV
  • MARINGÁ
  • GERAL
  • PARANÁ
  • NACIONAL
  • INTERNACIONAL
  • POLÍTICA
  • ESPORTES
  • CULTURA
  • ARTIGOS
  • OFATO.DOC