A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu um homem, de 25 anos, investigado pela prática do crime de estelionato em diversos estados do Brasil. A prisão aconteceu nesta quarta-feira (13) durante uma operação deflagrada para o cumprimento de 10 mandados de busca e apreensão. A ação ocorreu simultaneamente nas cidades de Pato Branco e Dois Vizinhos, no Oeste do Estado, e em Chapecó (SC).
Além da prisão preventiva do investigado, os policiais cumpriram mandados contra outros nove suspeitos de ceder contas bancárias para movimentação e ocultação de valores obtidos por meio dos golpes.
Segundo a delegada Alini Simadon, o investigado utilizava redes sociais para captar vítimas em diferentes estados do país, entre eles São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Distrito Federal, Santa Catarina e Paraná.
“O homem prometia serviços relacionados à verificação de contas em redes sociais e inserções de pautas em veículos de comunicação. As investigações apontaram que empresários, influenciadores digitais e líderes religiosos estavam entre as vítimas identificadas”, explica.
A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu um homem, de 25 anos, investigado pela prática do crime de estelionato em diversos estados do Brasil. A prisão aconteceu nesta quarta-feira (13) durante uma operação deflagrada para o cumprimento de 10 mandados de busca e apreensão. A ação ocorreu simultaneamente nas cidades de Pato Branco e Dois Vizinhos, no Oeste do Estado, e em Chapecó (SC).
Além da prisão preventiva do investigado, os policiais cumpriram mandados contra outros nove suspeitos de ceder contas bancárias para movimentação e ocultação de valores obtidos por meio dos golpes.
Segundo a delegada Alini Simadon, o investigado utilizava redes sociais para captar vítimas em diferentes estados do país, entre eles São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Distrito Federal, Santa Catarina e Paraná.
“O homem prometia serviços relacionados à verificação de contas em redes sociais e inserções de pautas em veículos de comunicação. As investigações apontaram que empresários, influenciadores digitais e líderes religiosos estavam entre as vítimas identificadas”, explica.
As investigações apontam ainda que o suspeito utilizava contas bancárias de terceiros para movimentação financeira após bloqueios realizados por instituições bancárias em sistemas antifraude.
As apurações seguem para identificar outros envolvidos e esclarecer a movimentação financeira relacionada ao caso. O preso foi encaminhado ao sistema penitenciário.
AEN/PR



