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Pesquisadores da USP finalizam melhoramento genético de maracujás-doces

As experiências resultaram em frutos com maior teor de polpa e lavouras mais produtivas

Por O Fato Redação
28/07/2020
em NACIONAL
Pesquisadores da USP finalizam melhoramento genético de maracujás-doces 2

Depois de 15 anos de pesquisa em genética e melhoramento, os cientistas obtiveram frutos com mais polpa, casca reduzida e maior produtividade nas lavouras – Foto: Arquivo pessoal da professora Maria Lucia Carneiro Vieira

O maracujá mais consumido pelos brasileiros é o amarelo, de sabor azedo e ácido. Mas se depender de pesquisas de melhoramento genético da USP, os maracujás-doces (Passiflora alata) em breve estarão ocupando maiores espaços nas bancas das feiras, nos sacolões e gôndolas de supermercados. Estudos que já vinham sendo realizados desde 2005 chegaram agora a resultados promissores. Os novos frutos geneticamente melhorados possuem quantidade maior de polpa, espessura da casca mais fina e ganho de produtividade na lavoura. Quem liderou a equipe de pesquisa foi a professora Maria Lucia Carneiro Vieira, do Departamento de Genética da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba.

Para os fruticultores brasileiros, os resultados da pesquisa  representam maiores lucros, uma vez que os preços destes frutos, que estão na categoria de exóticos, chegam a alcançar três vezes mais que os preços do maracujá azedo. Um artigo sobre os últimos resultados saiu publicado na PLoS ONE Improving research resources and fruit quality in sweet passion fruit: genotype detection by interaction in the environment and selection of promising genotypes em maio. A tese Estudos genéticos em uma população segregante de maracujá-doce selecionada para qualidade de frutos, de Lourdes Chavarría Perez, orientanda de Maria Lucia, traz detalhes sobre o assunto.

No Brasil, o cultivo de maracujá é quase que inteiramente o do tipo azedo, que cobre cerca de 90% de todos os pomares. Já o cultivo do maracujá-doce é limitado pela instabilidade da qualidade dos frutos de uma safra para a outra; e também pela falta de estudos genéticos que resultassem em variedades melhoradas e atendessem às necessidades dos consumidores em termos de qualidade e rendimento. Baseado nesses problemas, os pesquisadores da área de genética e melhoramento de plantas da Esalq se empenharam na solução.

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População derivada do cruzamento maracujá-doce amazonense x paulista

           Depois de 20 anos de pesquisa genética, os cientistas obtiveram frutos com mais polpa, casca reduzida e maior produtividade nas lavouras –
Foto: Arquivo pessoal da professora Maria Lucia Carneiro Vieira

Os  seis melhores genótipos (características relativas a peso dos frutos, espessura da casca e conteúdo da polpa) que estão na área de experimentação da Esalq  são resultados de décadas de pesquisa. O trabalho começou em 2005 a partir do cruzamento de um genótipo de origem amazônica e outro do Sudeste do País (São Paulo). “Depois de   avaliações em progênies (prole) desse cruzamento, durante várias safras obtidas de plantações em regiões distintas, se chegou aos melhores genótipos de maracujá-doce”, explica a pesquisadora.

Segundo Maria Lúcia, as pesquisas de melhoramento genético em plantas, em geral, são longas e demoradas porque  cada fase do estudo exige que se cultive as plantas em pelo menos três regiões diferentes, sendo que cada safra dura, em média, oito meses. “Em cada área de plantio é necessário ter no mínimo 600 plantas porque é preciso repetir os ensaios para se ter certeza dos melhores genótipos em diferentes ambientes e safras”, explica a pesquisadora ao Jornal da USP.

Em princípio, “avaliamos cem ‘filhos’, de onde foram selecionados os trinta melhores, que foram reavaliados e, finalmente, chegamos aos seis genótipos superiores que contêm as características que os pesquisadores buscavam no início do estudo”.  Os frutos possuem maior qualidade, com atributos que agradam ao consumidor e ao agricultor: casca reduzida, aumento da polpa e maior produtividade na lavoura. “Em percentual, isso significa um aumento de peso da polpa de 22,4% para 30%; diminuição na espessura da casca em 26%; e ganho em área de produção (frutos por área) de 41%”, relata Maria Lucia.

Equipe de pesquisadores da Esalq que participou do estudo de melhoramento genético do maracujá-doce
Foto: Arquivo pessoal da professora Maria Lucia Carneiro Vieira

Segundo a pesquisadora, o resultado desse estudo de melhoramento genético trará mais segurança ao agricultor que produz maracujá-doce, que tem alto potencial para ser explorado comercialmente como fruta tropical para consumo interno e externo. Segundo Maria Lucia, as mudas estarão disponíveis para uso agrícola em 2021. Já existe uma empresa interessada nesse projeto, que teve financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

Assista ao vídeo sobre melhoramento genético feito por pesquisadores do Programa de Pós-Graduação em Genética e Melhoramento de Plantas da Esalq.

Fonte: Jornal USP

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