A SAF Maringá Futebol Clube sofre sua segunda derrota em quatro rodadas no certame 2026 do Brasileiro da Série C. O time que hoje foi dirigido por Ivan Campanari porque Moisés Egert cumpria suspensão por ter tomado o terceiro cartão amarelo, foi atropelado por 4 a 1, mas a história poderia ter sido diferente não fossem os vários episódios negativos na primeira metade do primeiro-tempo.
Numa partida que teve de tudo um pouco nos primeiros vinte minutos, Maringá viu a possibilidade de abrir o placar aos treze depois que o árbitro pernambucano Paulo dos Prazeres marcou pênalti sobre Caíque Calito, mas depois voltou atrás e atendeu pedido da bandeirina Karla Cavalcanti de anular a marcação. Mas não parou por aí; o pênalti não existiu mesmo, mas não deixa de ser um prenúncio de azar, porque a partir daí, a coisa só foi piorando. Aos 23 minutos, o Dogão teve seu zagueiro Travassos expulso depois de derrubar o atacante Razera que partia sozinho nas costas da zaga para fazer o gol; como Travassos era o último homem, levou o vermelho direto e deixou o Dogão com um a menos.
A azeitona da empada veio dois minutos depois, com o Ituano cobrando um escanteio ensaiado que encontrou a cabeça de Léo Passos que estava posicionado no primeiro pau. Ele subiu mais do que todo mundo e cabeceou no canto inverso para fazer 1 a 0. A partir daí, a coisa desandou de vez e a reação do time não só não foi suficiente para buscar o empate, mas acabou por oferecer a chance ao Ituano de ampliar aos 43, dessa vez com Razera subindo de cabeça num cruzamento que veio da ponta direita.
Com 2 a 0 no placar, o time alternativo do técnico Mazola cozinhou o Dog que pressionou muito nos acréscimos, mas que acabou indo para os vestiários com o resultado adverso. E se o 2 a 0 da primeira etapa estava ruim, quando Razera fez o terceiro aos 22, o Dogão afundou de vez. E se parasse por aí, ainda estava bom, mas o Ituano ainda fez o quarto aos 35 minutos quando o goleiro Tony teve a brilhante ideia de tentar driblar o jovem atacante Stefanello, mas acabou perdendo e aí não deu outra, bola na rede.



