O NEGÓCIO É O SEGUINTE: O impasse sobre a permanência do Sancor Vôlei em Maringá prossegue, e enquanto a Prefeitura de Maringá não define o que pode oferecer, circulam informações extraoficiais que levam a diretoria do time de vôlei a se pronunciar. “Não estamos leiloando o projeto”, afirma a diretoria do Sancor Vôlei em Nota Oficial publicada na manhã desta sexta-feira (17). O time ainda aguarda uma resposta da Prefeitura de Maringá sobre a cobertura econômica requisitada para que a representação não se mude para Londrina. “Em nenhum momento, fomos questionados pelo Poder Executivo de Maringá sobre os valores da proposta recebida da Prefeitura de Londrina. Buscamos apoio mínimo para a manutenção da equipe e a continuidade da representação de Maringá”, diz em síntese o texto do documento que também esclarece que as inscrições de atletas em competições oficiais são necessárias e obrigatórias para vinculá-los ao município, mas que se restringem a competições menores, como Jogos Abertos do Paraná e Jogos da Juventude e não na Superliga.

No mês de março, já ao final da fase de turnos da Superliga Nacional de Vôlei Feminino 2025/2026, a diretoria do time recebeu proposta da Prefeitura de Londrina para representar a cidade nas competições nacionais e estaduais a partir da próxima temporada, e a partir daí, se começou uma negociação com a administração pública de Maringá que estuda meios para aumentar o valor de repasse ao esporte que atualmente é R$ 450 mil por ano, e que são destinados a cobrir as despesas com os treinamentos das categorias de base que atualmente atendem 400 crianças e adolescentes com idades entre 7 e 17 anos.
De acordo com o gestor e técnico do Sancor, Aldori Gaudêncio, Londrina teria dado tempo até o final da participação de Maringá na Superliga 2025/2026, algo que já aconteceu no dia 3 de abril com a eliminação da equipe nos playoffs. Fonte ligada à Fundação de Esportes de Londrina, informa que por lá, “se aguarda definição da relação do Sancor com a prefeitura de Maringá, para só em caso de desvinculação, prosseguir com concretização da proposta”.
Clique no link abaixo e leia a matéria ou assista à entrevista coletiva concedida por Aldori Gaudêncio e entenda quais são as reivindicações do Sancor Vôlei para continuar representando Maringá na Superliga Nacional
IMPASSE NO VÔLEI: Prefeitura de Maringá promete resposta à Sancor Vôlei até segunda-feira (30)
Por outro lado, a Prefeitura de Maringá, ainda analisa o detalhamento da proposta econômica enviada pelo Sancor Vôlei. A Nota publicada hoje, vem em resposta às declarações feitas ontem pelo secretário de Esportes, Paulo Biazon, na manhã de ontem, dia 16, durante a Sessão Ordinária da Câmara Municipal
> > > Veja o que disse o secretário na transmissão da TV CÂMARA
LEIA A NOTA OFICIAL DO SANCOR NA ÍNTEGRA:
“O projeto Sancor Seguros Vôlei Maringá informa que segue indefinido o futuro da equipe sobre a permanência na cidade, representando o município na Superliga Feminina. Em relação à entrevista concedida pelo secretário de Esportes, Paulo Biazon, na manhã de ontem, dia 16, durante a Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Maringá, esclarecemos que a equipe realiza, sim, a inscrição de atletas para participação de competições oficiais, como Jogos da Juventude e Jogos abertos, e não inscrição para a Superliga. Esses registros são necessários e obrigatórios para vincular as atletas ao município, possibilitando que a equipe represente a cidade de Maringá na modalidade. Esclarecemos ainda que, em nenhum momento, fomos questionados pelo Poder Executivo de Maringá sobre os valores da proposta recebida da Prefeitura de Londrina. Reforçamos que não estamos leiloando o projeto. O que buscamos é o apoio mínimo necessário para a manutenção da equipe e a continuidade da representação de Maringá no cenário nacional do voleibol feminino.”




