De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS),
o índice abaixo de 1% indica baixo risco de infestação,
de 1% a 3,9% médio e acima de 4% alto risco.
A Prefeitura de Maringá lançou na manhã desta segunda-feira na Unidade Básica do Conjunto Paulino, a campanha ‘Páscoa Sem Dengue’.
O secretário de Saúde Antônio Carlos Nardi explica que o conjunto foi escolhido para sediar o lançamento, porque no primeiro levantamento Lira de 2026 divulgado no início do mês de fevereiro, o bairro aparecia com 2,9% de infestação, índice que é considerado crítico pela OMS.

Além do Paulino, outros onze bairros também apresentaram índices altos em fevereiro.
Quebec (2,5%), Alvorada I (2,2%), Morangueira (2,1%), Pinheiros (2,9%), Piatã (3,2%), Tuiuti (3,0%), Guaiapó (3,3%), Parigot de Souza (2,7%), Céu Azul (2,7%), São Silvestre (2,6%) e Paraíso (2,7%).
De lá para cá, explica o secretário, as equipes de combate a endemias realizaram trabalho nas regiões mais afetadas para reduzir o índice de infestação. “Nesta semana, todos os nossos agentes e todas as nossa unidades básicas de Saúde estão trabalhando o controle da dengue, com objetivo de chamar a atenção e intensificar as ações”, pontuou Nardi.
VACINA CONTRA INFLUENZA: NARDI FALA SOBRE RESULTADOS DO DIA D DE VACINAÇÃO

O lançamento da Páscoa Sem Dengue na UBS do Conjunto Paulino, também foi ocasião para reforçar a conscientização dos grupos prioritários sobre a importância de se vacinar contra a gripe. O secretário disse que Maringá alcançou bons índices de vacinação no último sábado, Dia D de Vacinação, mas que muitas pessoas que
tem direito a vacinação (crianças entre 6 meses e 6 anos incompletos e idosos a partir de 60 anos) ainda não receberam a dose que protege eliminando quase em 100% o risco de internação e mortes. Leila Aparecida Martins, morador do Conjunto Paulino recebeu a vacina contra a influenza na manhã desta segunda-feira. Ela conta que desde que começou a receber a vacina, nunca mais teve gripes fortes que lhe causavam falta de ar e a levava a ter que tomar antibióticos por vários dias. “Não doeu nada e eu tomo todo ano. Desde a primeira vez que tomei a vacina contra a influenza, nunca mais tive gripes fortes; e como estou sempre vacinada, quando acontece de pegar uma gripe, passa rápido e nem preciso tomar analgésicos; é muito boa essa vacina”, afirma a idosa que mora no Conjunto Paulino.



